Salário relativo X Salário absoluto
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Duas são as maneiras de analisar um salário: a forma absoluta, em que se  considera sua capacidade de adquirir as coisas, e a forma relativa, quando considera-se sua compatibilidade com o trabalho exercido.

 As duas formas devem ser levadas em conta pelas empresas. A priori, o ideal é que todo empregador se preocupe em manter o poder de compra do valor recebido por seus funcionários.  No entanto, é no salário relativo que moram as maiores possibilidades de desmotivação.

 Isso porque, na busca pela garantia de que se está ganhando o justo pelo trabalho exercido, é comum que os funcionários comparem seus salários com os dos colegas que ocupam o mesmo cargo e exercem a mesma função. Disparidades nesses valores podem gerar sentimentos de discriminação e injustiça, o que faz com que a motivação deixe de existir.

 Para Luiz Paschoal, especialista em gestão de pessoas e remuneração, uma empresa com uma administração e uma política salarial eficazes consegue evitar esse tipo de problema, já que dificilmente haverá diferenciação de salário dentro do mesmo cargo e função.

 Segundo o especialista, tal organização também facilita situações em que o empregado pede um aumento alegando que gasta mais do que ganha. Nesses caos, a empresa tem condições de explicar que o salário não pode estar relacionado ao padrão de gastos do funcionário, mas sim à função que ele exerce.

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